sexta-feira, 22 de junho de 2012

SOBRE O MITO DE DEUS – ON THE MYTH OF GOD

A intenção aqui não é a de levantar polêmicas entre os religiosos; eu não me considero um. Tive a ventura de testemunhar – e algumas vezes correndo atrás deles – fenômenos que não me deixaram margem para teorizações nem livros sagrados. A estes recorremos em busca de uma esperança ou de um consolo diante do inexorável fato da morte. Portanto, quis a generosidade das entidades que para este que vos escreve, a reencarnação seja um fato tão corriqueiro quanto ir ao supermercado. Mas este que está lendo este artigo também tem a todo o momento! Nas sessões presididas pelo irmão Davilson, fenômenos de telecinesia acontecem com frequência. Quem acessa este blog já conhece muito bem os vídeos postados e as palavras dos irmãos encarnados, nos artigos muito bem documentados. Por exemplo, a bem-sucedida transcomunicação instrumental realizada pelo pesquisador Clovis Nunes, que logrou gravar nitidamente a voz da entidade Astrogildo, na presença de vários irmãos espíritas:
My aim isn’t fight religions; I don’t belong to any. I was lucky enough to testify – well, I searched for them – phenomena that don’t allow theorizations nor sacred books. We run to the sacred texts for hope or consolation facing the inexorable fact of death. So, I had to count on the generosity of the invisible mentors to understand, reincarnation is as real as any material object. Spiritualists have this as a common fact! For instance, right now, during the kardecist sessions presided by my friend Davilson, telekinesis phenomena happen very often. The so called “dead” communicate through radio, telephone and tape recorders, as we cas hear in this spectacular instrumental transcommunication by the Brazilian researcher Clovis Nunes, who caught clearly the voice of the deceased Astrogildo, witnessed by many people in Bahia:
E o fenômeno Dona Célia, já focalizada em outro artigo; finalmente alguém postou um trechinho de uma de suas sessões de psicofonia:
And the adorable Dona Celia, whose psychophonic contact with the deceased was as accurate as a phone call; names, facts, addresses... I give my testimony she was the greatest material proof of our survival, and also that we keep returning to learn living in other bodies:
O primeiro capítulo do Livro de Enoch começa assim: Este é o livro de Enoch, as coisas que ele viu, ouviu e aprendeu, a ele reveladas pelos Deuses do plano celestial. Deuses, no plural. Mais adiante, lemos o seguinte: Estas coisas me foram mostradas pelos anjos mensageiros de Eloim... Deuses? Anjos? Terão sido invenção de alguém alucinado? Muito pelo contrário. Desde que o ser humano pode se comunicar através da palavra escrita e por desenhos que narram as suas ligações com estes seres fantásticos que desafiam a lei da gravidade e demonstram os seus poderes sem dó nem piedade. (continua)
The first chapter of the Book of Enoch begins stating: This is the Book of Enoch, the things he has seen, heard and learned, revealed to him by the Gods from the Heavenly planes. Gods, plural. Further on, we read: These things were shown by the angels, messengers of Eloim... Gods? Angels? Hallucinations, maybe? Not at all. Men always used the written word and drawings to represent the bonds they had with those fantastic beings that defied the gravity laws and used their power mercilessly. (to be continued)

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