segunda-feira, 15 de agosto de 2011

QUANDO O HOMEM SONHA – A MAN HAS DREAMS – GOOGLELAND 1

“We have a mantra: don’t be evil.”

“Nós temos um mantra: não fazer o mal.”

Larry Page


Em 1996 a Internet não conhecia ainda seus limites, mais ou menos como a América antes de 1500. Uma idéia podia valer um milhão de dólares de um dia para o outro. Estávamos todos atônitos com o mundo novo e seus indígenas. Os novos bilionários poderiam nem ter barba ainda enquanto o dinheiro virtual trocava de mãos. O mundo não estava mais sob o controle dos governos; o planeta virtual era um Western onde todos podiam dizer o que quisessem e postar qualquer coisa. A polícia passou para as mãos dos usuários. Uma nova ética virou código: por exemplo, letras em caixa alta era sinal de grito e o transgressor punido com a exclusão. Neste ano de turbulência, Larry Page e Sergey Brin criaram o Google num trabalho para a Universidade de Stanford.

In 1996 Internet hadn’t measured its limits, like America before 1500. An idea could be worth millions all out of the blue. We were astonished with the new land and its Indians. The new billionaires could be beardless as the virtual money changed hands. The world wasn’t under the control of governments anymore; the virtual planet was a rough Western where you could say what you pleased or post anything. Police was now the users. A new ethics turned into code: for instance, capital letters meant screaming and the transgressor punished with exclusion. In this turbulent year, Larry Page and Sergey Brin created Google as a work for University of Stanford.

A companhia cresceu enquanto o mundo virava de cabeça para baixo. Novos produtos foram sendo oferecidos para a comunidade global, quase todos de graça. Uma nova moeda foi criada, chamada ace$$os. Felizmente havia um mundo palpável que financiaria os sites. A concorrência passou a caçar os preciosos usuários mimando-os com o que eles desejassem.

The company has grown as the real world turned upside down. New products were offered for the global community, mostly free. A new currency was created, called acce$$. Luckily there was a tangible world to finance sites. Concurrence tried to Hunt precious users spoiling them; giving whatever they wanted.


O que vem a seguir? Vencida a barreira da memória e da rapidez da transferência de dados, serão criados o capacete multiuso (com luvas de acessório) e a poltrona 4-D. Estes apetrechos serão comuns nas casas do futuro; caros nos primeiros anos, accessíveis para a classe média em uma década. Um macacão 4-D também entrará no mercado, mas será vetado pelas autoridades por duas razões: ao levar o mundo virtual para as ruas, o usuário causará acidentes graves e sofrerá alienação descontrolada. Já existe um protótipo do capacete, mas ele ainda permite algum contato com a realidade. O capacete ideal será o que mergulhar o usuário mais profundamente na ilusão. As companhias mais bem-sucedidas serão as que trabalharem com realismo as imagens, sons, cheiros e texturas. Ao Google caberá criar a Googleland, começando com uma rua e se espalhando numa cidade, num país, num planeta. As pessoas interagirão como na Terra; a princípio sem controle, depois obedecendo a leis próprias deste mundo novo. A nova moeda será usada pelo método tradicional (transferência da conta bancária) ou ganha através de tarefas. As lojas serão visitadas in loco e os produtos demonstrados, palpáveis, adquiridos através dos métodos determinados por cada empresa. É possível que alguns produtos sejam apenas virtuais, como a compra dos Beatles ou do Plácido Domingo. Eles cantarão a sua música favorita em qualquer idioma desde que você compre seus serviços permanentemente. Outros personagens poderão interagir com você nas mais variadas formas, usando todos os seus sentidos: Nero, Einstein, Debussy, Van Gogh... Ou novos personagens excitantes, talvez um super-herói ou alguém totalmente novo.

What comes next? When the memory barrier and data transference speed are beaten, the multitasking helmet (plus gloves) and the 4-D sofa will be available. These gadgets Will be common in the homes of tomorrow; expensive in the first years, accessible to medium class in a decade. A 4-D suit will also be offered, but forbidden by authorities for two reasons: as it takes the virtual world outdoors, the user will certainly cause accidents and will be under total alienation. As a matter of fact there is a prototype of the marvel helmet, but it still allows some contact with reality. The ideal helmet will provide complete immersion into illusion. Well succeeded companies shall be the ones that treat images with deeper realism, as well as sounds, aromas and textures. Google will create Googleland, beginning on a street then a town, a country, a planet. People may Interact as we do on Earth; at first without control, the obeying the natural laws of this new world. The new currency shall be used the traditional way (bank account transference) or earned through accomplishment of tasks. Stores may be visited in loco and their products shown, tangible, bought through determined methods set by each company. It is possible some products shall be only on-the helmet; like the purchase of living Beatles or Plácido Domingo. They will sing your favorite song in any language as long as you pay for their services permanently. Other characters may interact with you assuming any personality, using all your senses: Nero, Einstein, Debussy, Van Gogh... Or new exciting characters, maybe a superhero or someone custom-made.



Continuaremos – To be continued.





























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