quarta-feira, 7 de setembro de 2011

QUANDO O HOMEM SONHA – A MAN HAS DREAMS – HOLOGRAMA

“It is true that I was born in Iowa, but I can't speak for my twin sister. ”

“Sim, eu nasci em Iowa, mas não posso responder pela minha irmã gêmea.”

Abigail van Buren

www.youtube.com/watch?v=JElhSQCKUVM  


A próxima novidade no mundo do consumo será o desenvolvimento técnico (e, portanto, accessível para o grande público) do holograma “tocável”. Certamente a hiper-solicitada indústria do sexo terá seu produto ideal. E a inteligência artificial será dispensável aqui. Absurdo? Então veja o protótipo nestes links:


The next trend in the world eager of newties will be the technical development (thus, accessible to everybody) of the “touchable” hologram. Certainly hyper-heated sex industry will have its so long expected product. And artificial intelligence shall be disposable here. Absurd? Then link to see this prototype:


http://info.abril.com.br/noticias/ciencia/japoneses-criam-holograma-tocavel-07082009-30.shl


www.youtube.com/watch?v=Y-P1zZAcPuw  


Neste conturbado 2011, o mundo está sem condições de arriscar bilhões de dólares numa pesquisa que só dará frutos nas próximas décadas. OK. Talvez as visões que propomos aqui vão demorar mais um pouco. Mas acontecerão. Vamos juntar mais uma peça ao quebra-cabeça, a capacidade humana de criar uma imagem 3-D em que se possa acreditar.


In this shaky 2011, the world has no conditions to risk billions of dollars in a research that will only the next decades. OK. Maybe the visions we propose here have to wait a little more. But they are sure to happen. Let’s add another piece to the puzzle, the human capacity to create a trustable 3-D image.


www.youtube.com/watch?v=1wK1Ixr-UmM


Então, o que temos até aqui? Uma imagem realista, qualquer uma, de qualquer tamanho, com a rapidez do Flash, que podemos tocar. Falta alguma coisa? Oh, sim. A voz.


So what do we have here? A true-to-life image, any image, any size, as fast as it can be, providing touch feelings. Som’thing missing? Oh, yes. The voice.


www.youtube.com/watch?v=LorTKDFIsxc&feature=fvst


Desculpe. Eu estava me esquecendo dos japoneses. Agora, vamos colocar nosso par de asas e formatar o futuro plausível. Já que podemos trazer à vida um meio ambiente virtual (digamos, um teatro), situado em Googleland (veja artigos anteriores), poderemos ver peças inéditas de Shakespeare (usando a lógica criativa do Bardo), interpretadas por Johnny Depp e Mary Pickford, com canções novas compostas por Gershwin e cantadas pelo Pavarotti. Haverá uma corrida aos bancos de padrões vocais, gerando uma fonte de royalties para todos na mídia (voz e aparência), fechando os grandes galpões dos estúdios e multiplicando as salas cheias de computadores da geração zeta, operados por sofisticados artistas de todas as áreas. Ei! Vamos dar um pulinho em Honolulu para ver a estréia da Sinfonia Acabada de Schubert? Ele estará presente!


Oops. I was forgetting the Japanese. Now, let’s use our pair of wings and format the plausible future. Now that we can bring to life a virtual environment (say, a theater), in Googleland (read back posts), so we can see unprecedented plays by Shakespeare (using the creative logic of the Bard), starring Johnny Depp and Mary Pickford, with new songs by Gershwin interpreted by Pavarotti. There will be a rush to the banks of vocal patterns, generating a cornucopia of royalties to everybody in the media (voice and looks), closing the big film studio lots while multiplying rooms filled with zeta generation computers, operated by sophisticated artists from all areas. Hey! Let’s travel instantly to Honolulu to see the opening of Schubert’s Finished Symphony? He’ll be conducting in person!


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